ESCULTURAS DE LUZ /// PULSAR

 

 

Pulsar

“Os celestes raios da aurora expulsaram a negra noite do céu”

Quando Apolónio de Rodes escreveu este verso, os seus argonautas já estavam de regresso à pátria, finalizando assim a épica viagem na busca do “velo de ouro”, que se fixaria depois para a eternidade em Áries – incontáveis estrelas duplas, triplas ou quadruplas, que todas as noites tremeluzem no norte da esfera celeste.

Será talvez este “velo de ouro”, constituído de lã e luz, que melhor traduz o intento deste projecto.

Um organismo que pulsa o espaço e o tempo, como que um hino à contemplação.

 

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